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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Boeing 787 não tem prazo para voltar a voar
Autoridades reguladoras do Japão uniram-se às dos Estados
Unidos nas investigações dos recentes incidentes a bordo do jato 787
Dreamliner, da Boeing, mas não concordaram em descartar sobrecarga de bateria
como causa de fogo na aeronave. Os voos da aeronave estão suspensos durante uma
semana sem uma previsão sobre quando poderão voltar a operar.
A solução da questão da bateria se tornou foco principal da
investigação, apesar da agência federal de aviação dos EUA (FAA) ter afirmado
na quarta-feira que ainda não há respostas firmes sobre a causa do surgimento
de fogo e prazo para voltarem a voar. Enquanto isso, entregas do sofisticado
avião estão ficando para trás e um importante cliente chinês da aeronave
lamentou os atrasos e afirmou que seus planos de crescimento estão sendo
prejudicados.
Autoridades decidiram deixar o 787 em terra em 16 de
janeiro, depois de uma série de incidentes de segurança com o modelo, incluindo
incêndio em bateria nos EUA e Japão. O problema no Japão causou um pouso de
emergência. Na semana passada, a agência nacional de transportes dos EUA (NTSB)
afirmou que o fogo em um 787 da Japan Airlines em Boston não foi causado por
excesso de voltagem, e na quarta-feira autoridades japonesas concordaram com as
investigações nos EUA, mas descartaram a possibilidade de problema na bateria
como motivo do incidente em um voo da All Nippon Airways.
"Aparentemente,
parece que não houve sobrecarga", disse Norihiro Goto, presidente da
agência de segurança em transportes do Japão (JTSB, na sigla em inglês), a
jornalistas. "O fato de que tais incidentes relacionados a sistemas
elétricos ocorreram consecutivamente, na minha perspectiva, não poderia ser esperado.
Estamos encontrando dificuldade em tentar entender que tipo de investigação
deveríamos assumir."
No final da quarta-feira, a NTSB informou que mais testes
estão sendo feitos na bateria danificada no incêndio ocorrido em Boston,
incluindo avaliações individuais das células da bateria. A presidente da
agência, Deborah Hersman, deve dar mais informações nesta quinta-feira. A
investigação também renovou inquérito sobre a decisão da FAA de 2007 que
permitiu a Boeing usar uma tecnologia altamente inflamável no 787. Uma comissão
do Senado dos EUA vai fazer uma audiência nas próximas semanas para avaliar a
supervisão de segurança que embasou a decisão da FAA, afirmou um assessor
parlamentar na terça-feira.
Enquanto a NTSB e a JTSB buscam uma solução para questão da
bateria, há ainda um assunto aberto em torno de vazamentos de combustível do
Dreamliner. No início de dezembro, autoridades dos EUA alertaram para uma falha
de manufatura das linhas de combustível e no início deste mês um 787 da JAL em
Boston sofreu um vazamento antes de decolar.
A Boeing já entregou 50 aviões 787 até agora. Cerca de
metade dessas aeronaves estava em operação no Japão, com o restante sendo
operado por companhias aéreas nos Estados Unidos, Índia, América do Sul,
Polônia, Catar e Etiópia. A EADS, principal rival da Boeing, afirmou na
quarta-feira que não espera que os problemas no 787 afetem a certificação de
seu avião concorrente, o Airbus A350.
"Faremos o que for necessário para evitar os mesmos
problemas", disse o chefe de estratégia da EADS, Marwan Lahoud, a uma
emissora de rádio da França.
Fonte: Terra
Comentário:
È normal que apesar de exaustivos testes aeronaves novas e incorporando mudanças tecnológicas drásticas
apresentem diversos problemas que aos poucos vão sendo solucionados. Neste caso
o preocupante e o problema da bateria de niMH (conhecida pelo uso em celulares
e câmeras digitas entre outros) devido
as necessidades de energia do Boeing 787 esta armazena grande quantidade de energia o que a torna
potencialmente perigosa no caso de sobrecarga ou falha de uma ou mais células,
podendo gerar um incêndio incontrolável, portanto esta é a principal razão para
perda de licença de voo, o que esta causando sérios prejuízos aos operadores e
a fabricante. * ByAAC*
domingo, 7 de outubro de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
sábado, 12 de novembro de 2011
Uma "missão" no Sul da França

http://www.tubewatcher.tv/182
Ponha a tela em full screen (tela cheia) e ligue o som. O avião é um Pilatus suiço, concorrente do Tucano da Embraer.
Depois da partida dos Alpes dirige-se para Oeste indo sobrevoar, a baixa altitude, o Vale do Loire passando por cima do Castelo de Chenonceau (sobre o Rio Cher) e logo em seguida à vertical dos telhados do Castelo de Chambord.
Caminhando para a Bretanha, ao Norte, sobrevoa o Mont-Saint-Michel e mais adiante, já na costa atlântica francesa de Albâtre, brancas formações rochosas na região das Falésias de Étretat, com o arco da falésia de Aval, e, pouco depois, sempre em direcção a Leste, praias do desembarque na Normandia e o memorial do cemitério americano da II GG, em Colleville-sur-Mer.
Finalmente, sem se aperceberem estarão muito próximo do litoral Sul mediterrânico e dos Pireneus orientais sobrevoando no País dos Cataros, não longe de Carcassonne, as ruínas do Castelo-fortaleza de Peyrepertuse.
Quase a terminar o passeio, próximo de Nimes, serão surpreendidos pelo magnífico aqueduto romano conhecido como ponte sobre o Rio Gard.
clique no texto para o link
Colaboração Ivano Caron
sábado, 22 de outubro de 2011
Dia do aviador



Outubro 23 dia do aviador, Não podemos esquecer quem é o VERDADEIRO pai da aviação. Só para lembrar, o 14Bis saiu do chão por meio próprios, em evento público e não lançado por catapulta morro abaixo.
QUANDO TUDO ACONTECEU...
1873: Em Cabangu, Minas Gerais, em 20 de Julho, nasce Alberto Santos-Dumont, neto do joalheiro francês François Dumont que viera em meados do século para o Brasil. - 1891: Henrique Dumont, pai de Alberto, vai com a família para Paris. -
1897: Santos-Dumont encomenda a construção de um aeróstato no qual, pela primeira vez, consegue elevar-se nos ares. - 1898: Santos-Dumont faz dezenas de ascensões em balão. - 1899: Alberto constrói o Santos-Dumont n.º 4. - 1901: Santos-Dumont contorna a Torre Eiffel, conquistando o prémio instituído para quem cometesse a proeza pela primeira vez. - 1904: Publica o seu livro Dans l'air. - 1906: Em 23 de Outubro, sobe no seu aeroplano 14-Bis. - 1909: Santos-Dumont atinge num aeroplano os 77 km por hora. - 1910: Devido a doença, o aviador brasileiro dá a sua carreira de pioneiro da aviação como encerrada. - 1918: Publica o livro O Que Eu Vi e o Que Nós Vemos. - 1932: Morre na cidade de Guarujá.
domingo, 16 de outubro de 2011
Oshkosh 2011...

Vídeo do show de aviação realizado e Oshkosh para curtir e lembrar a semana do dia do aviador.
Clique aqui para o vídeo
sábado, 15 de outubro de 2011
Quanto valemos para Administração da empresa

Uma carta aberta de um Piloto da United Airlines para Glen Tilton (Presidente da United Airlines)
Recentemente muito tem-se dito e escrito na imprensa sobre a preocupação em relação a nossos salários, compensações e benefícios. Tem se dito o quanto isso custa para a nossa companhia, nossa profissão tem sido comparada com outras, várias sutis e não tão sutis ameaças e int…imidações táticas são jogadas em nosso grupo. Na luz da situação corrente, por favor, permita-me, um piloto, te dar um pequeno vislumbre de nosso mundo.
Não compare nossa profissão com outras:
· Quantas salas de reuniões fazem barulho?
· Quantas reuniões se concluem com a morte de centenas de pessoas?
· Quantos tratores custam 82 milhões de dólares?
· Quantos médicos passam metade do mês longe de suas famílias? (no Brasil dois terços longe)
· Quais filhos que choram quando veem seus pais colocando uniforme porque sabem que seus pais irão ficar uma semana fora?
· Quantos corretores de imóveis perdem seu emprego por que a pressão arterial está alta?
· Quantos advogados perdem seu natal sentado em um sofá de hotel?
· Quando sua esposa está assistindo TV e o programa é interrompido… Ela fica momentaneamente em pânico por medo da notícia que poderá ver? Que ela tanto teme?
· Não há outra profissão no mundo cujo as consequências por um erro são tão catastróficas e jamais esquecidas.
O preço:
· Eu pago o preço quando alguém coloca cilindro de oxigênio altamente perigoso no porão do avião;
· Eu pago o preço quando um terrorista quer escolher alguém pra eliminar;
· Eu pago o preço quando um meteorologista erra sua previsão do tempo,
· Eu pago o preço quando engenheiros aeronáuticos erram na projeção de uma bomba de combustível.
Você fala em custos:
· Pergunte a um executivo chefe da empresa o custo de ter um Jato mergulhado no pântano dos Everglades.
· Pergunte a Fred Smith o custo de um escorregão de um DC-10 e um MD-11 fora da pista em Steward e Newark.
· Pergunte a Korean Airlines o custo de um 747 que quase varou a pista em Guam.
· Pergunte a Fine Air o custo de “limpar” um DC-8 de uma Rua de Miami.
· Pergunte a Bob Crandall o custo de uma colisão com um Boeing 757 numa montanha na Colômbia.
· E se não for suficiente, profissionalismo com calma. Qual seria o custo de um Boeing 777 da United Airlines que perdeu pressão de óleo em um dos motores sobre o meio do pacífico e teve que alternar pro Hawaii com apenas um motor? Quanto esse piloto economizou pra você essa noite? Quanto ele vale pra você essa noite?
Quando você tentar me intimidar. Lembre-se:
· Era eu quem estava voando helicóptero sobre a selva do Vietnam enquanto você estava se graduando em seu mestrado.
· Era eu quem estava sentado solitário em um F-18 em silêncio alguns instantes antes de ser catapultado sobre um frio e escuro oceano enquanto você dormia em total paz em sua cama.
· Era eu quem em uma noite assisti a asa de meu caça se encher de gelo a milhas de distancia de um aeroporto seguro, rezando para ter combustível suficiente para encontrar um céu claro, enquanto você estava assistindo a final do campeonato de Football americano sábado anoite.
· Era eu que estava voando um C-130 Hércules sobre o céu Panamenho com risco de tomar tiros, enquanto isso você estava decorando a sua arvore de natal em 1989.
· Fui eu que encarei frente-a-frente a quarta mais força militar do mundo no deserto do Iraque e fizemos eles se renderem enquanto você assistiu tudo pela CNN.
· Fui eu quem pousava um caça A-6 em uma pista de porta aviões menor que seu quintal.
· Era eu quem voava aeronaves tanque sem armas de defesa sobre território inimigo para reabastecer outros colegas para te proteger
· Era eu quem assistiu misseis e balas florir diante de mim, ainda sem poder me virar e correr, enquanto você assistia as flores florirem em seu jardim.
· Fui eu quem já enterrou um amigo.
· Sou eu quem conheceu um garoto que nunca irá brincar de pega-pega com seu pai e, no entanto você pode brincar com seu neto.
· Senhor, por favor, não tente me intimidar. Eu não sou seu inimigo, sou seu colaborador, e colaborador que experimentou e realizou coisas que poucos se atrevem a tentar.
· Perceba isso e haverá poucos obstáculos que não poderemos vencer.
(Repassado por Ivano Caron)
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Cumprimentos à BOEING pelo 787

Finalmente as primeiras unidades do novo Boeing 787 estão sendo entregues. O atraso de três anos esta relacionado a introdução de novas tecnologias em diversas áreas notadamente na áreas estruturais e de revestimentos onde os matérias ditos Composites apresentaram resultados diferentes dos esperados demandando muitos ensaios adicionais e centenas de modificações, estes percalços propiciaram a fabricante muitos conhecimentos que certamente tornarão mais fácil e rápida o desenvolvimento de futuras aeronaves.Parabéns a BOEING por agüentar a pressão e somente entregar as 787 com todos problemas equacionados.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Are airline pilots forgetting how to fly?

Foto Willybox.
Este artigo toca num assunto que tenho insistido em alertar nas minhas postagens sobre o excesso de sistemas automáticos das aeronaves atuais, e a quase obrigação de sempre os usarem nas operações fazendo que os pilotos diminuam suas habilidades em voar sem os referidos sistemas, ou como diz o artigo: esqueçam com voar manualmente..O texto em língua inglesa também relata vários acidentes e incidentes causados por falhas operacionais dos pilotos.
Sugiro ler a postagem LIMITES DE AUTOMATISMOS neste blog.
By JOAN LOWY =Ass Press
updated 8/30/2011 8:45:22 AM ET
WHASHINGTON — Are airline pilots forgetting how to fly? As planes become ever more reliant on automation to navigate crowded skies, safety officials worry there will be more deadly accidents traced to pilots who have lost their hands-on instincts in the air.
Hundreds of people have died over the past five years in "loss of control" accidents in which planes stalled during flight or got into unusual positions that pilots could not correct.
In some cases, pilots made the wrong split-second decisions, with catastrophic results — for example, steering the plane's nose skyward into a stall instead of down to regain stable flight.
Spurred in part by federal regulations that require greater reliance on computerized flying, the airline industry is suffering from "automation addiction," said Rory Kay, an airline captain and co-chairman of a Federal Aviation Administration committee on pilot training.
"We're seeing a new breed of accident with these state-of-the art planes," he added.
Pilots use automated systems to fly airliners for all but about three minutes of a flight: the takeoff and landing.
Most of the time pilots are programming navigation directions into computers rather than using their hands on controls to fly the plane. They have few opportunities to maintain their skills by flying manually, Kay's advisory committee warns.
Fatal airline accidents have decreased dramatically in the U.S. over the past decade. However, The Associated Press interviewed pilots, industry officials and aviation safety experts who expressed concern about the implications of decreased opportunities for manual flight, and reviewed more than a dozen loss-of-control accidents around the world.
Discouraged from flying
Airlines and regulators discourage or even prohibit pilots from turning off the autopilot and flying planes themselves, the committee said.
Safety experts say they're seeing cases in which pilots who are suddenly confronted with a loss of computerized flight controls don't appear to know how to respond immediately, or they make errors — sometimes fatally so.
A draft FAA study found pilots sometimes "abdicate too much responsibility to automated systems."
Because these systems are so integrated in today's planes, one malfunctioning piece of equipment or a single bad computer instruction can suddenly cascade into a series of other failures, unnerving pilots who have been trained to rely on the equipment.
The study examined 46 accidents and major incidents, 734 voluntary reports by pilots and others as well as data from more than 9,000 flights in which a safety official rode in the cockpit to observe pilots in action.
It found that in more than 60 percent of accidents, and 30 percent of major incidents, pilots had trouble manually flying the plane or made mistakes with automated flight controls.
A typical mistake was not recognizing that either the autopilot or the auto-throttle — which controls power to the engines — had disconnected. Others failed to take the proper steps to recover from a stall in flight or to monitor and maintain airspeed.
"We're forgetting how to fly," Kay said.
In the most recent fatal airline crash in the U.S., in 2009 near Buffalo, N.Y., the co-pilot of a regional airliner programmed incorrect information into the plane's computers, causing it to slow to an unsafe speed. That triggered a stall warning.
The startled captain, who hadn't noticed the plane had slowed too much, responded by repeatedly pulling back on the control yoke, overriding two safety systems, when the correct procedure was to push forward.
An investigation later found there were no mechanical or structural problems that would have prevented the plane from flying if the captain had responded correctly. Instead, his actions caused an aerodynamic stall. The plane plummeted to earth, killing all 49 people aboard and one on the ground.
Two weeks after the New York accident, a Turkish Airlines Boeing 737 crashed into a field while trying to land in Amsterdam. Nine people were killed and 120 injured. An investigation found that one of the plane's altimeters, which measures altitude, had fed incorrect information to the plane's computers.
That, in turn, caused the auto-throttle to reduce speed to a dangerously slow level so that the plane lost lift and stalled. Dutch investigators described the flight's three pilots' "automation surprise" when they discovered the plane was about to stall. They hadn't been closely monitoring the airspeed.
Last month, French investigators recommended that all pilots get mandatory training in manual flying and handling a high-altitude stall. The recommendations were in response to the 2009 crash of an Air France jet flying from Brazil to Paris. All 228 people aboard were killed.
'The human factor'
An investigation found that airspeed sensors fed bad information to the Airbus A330's computers. That caused the autopilot to disengage suddenly and a stall warning to activate.
The co-pilot at the controls struggled to save the plane, but because he kept pointing the plane's nose up, he actually caused the stall instead of preventing it, experts said.
Despite the bad airspeed information, which lasted for less than a minute, there was nothing to prevent the plane from continuing to fly if the pilot had followed the correct procedure for such circumstances, which is to continue to fly levelly in the same direction at the same speed while trying to determine the nature of the problem, they said.
In such cases, the pilots and the technology are failing together, said former US Airways Capt. Chesley "Sully" Sullenberger, whose precision flying is credited with saving all 155 people aboard an Airbus A320 after it lost power in a collision with Canada geese shortly after takeoff from New York's LaGuardia Airport two years ago.
"If we only look at the pilots — the human factor — then we are ignoring other important factors," he said. "We have to look at how they work together."
The ability of pilots to respond to the unexpected loss or malfunction of automated aircraft systems "is the big issue that we can no longer hide from in aviation," said Bill Voss, president of the Flight Safety Foundation in Alexandria, Va. "We've been very slow to recognize the consequence of it and deal with it."
The foundation, which is industry-supported, promotes aviation safety around the world.
Airlines are also seeing smaller incidents in which pilots waste precious time repeatedly trying to restart the autopilot or fix other automated systems when what they should be doing is "grasping the controls and flying the airplane," said Bob Coffman, another member of the FAA pilot training committee and an airline captain.
Paul Railsback, operations director at the Air Transport Association, which represents airlines, said: "We think the best way to handle this is through the policies and training of the airlines to ensure they stipulate that the pilots devote a fair amount of time to manually flying. We want to encourage pilots to do that and not rely 100 percent on the automation. I think many airlines are moving in that direction."
In May, the FAA proposed requiring airlines to train pilots on how to recover from a stall, as well as expose them to more realistic problem scenarios.
But other new regulations are going in the opposite direction. Today, pilots are required to use their autopilot when flying at altitudes above 24,000 feet, which is where airliners spend much of their time cruising. The required minimum vertical safety buffer between planes has been reduced from 2,000 feet to 1,000 feet. That means more planes flying closer together, necessitating the kind of precision flying more reliably produced by automation than human beings.
The same situation is increasingly common closer to the ground.
The FAA is moving from an air traffic control system based on radar technology to more precise GPS navigation. Instead of time-consuming, fuel-burning stair-step descents, planes will be able to glide in more steeply for landings with their engines idling. Aircraft will be able to land and take off closer together and more frequently, even in poor weather, because pilots will know the precise location of other aircraft and obstacles on the ground. Fewer planes will be diverted.
But the new landing procedures require pilots to cede even more control to automation.
"Those procedures have to be flown with the autopilot on," Voss said. "You can't afford a sneeze on those procedures."
Even when not using the new procedures, airlines direct their pilots to switch on the autopilot about a minute and a half after takeoff, when the plane reaches about 1,000 feet, Coffman said. The autopilot generally doesn't come off until about a minute and a half before landing, he said.
Pilots still control the plane's flight path. But they are programming computers rather than flying with their hands.
Limited opportunities to fly manually
Opportunities to fly manually are especially limited at commuter airlines, where pilots may fly with the autopilot off for about 80 seconds out of a typical two-hour flight, Coffman said.
But it is the less experienced first officers starting out at smaller carriers who most need manual flying experience.
Airline training programs are focused on training pilots to fly with the automation, rather than without it. Senior pilots, even if their manual flying skills are rusty, can at least draw on experience flying older generations of less automated planes.
Adding to concerns about an overreliance on automation is an expected pilot shortage in the U.S. and many other countries.
U.S. airlines used to be able to draw on a pool of former military pilots with extensive manual flying experience. But more pilots now choose to stay in the armed forces, and corporate aviation competes for pilots with airlines, where salaries have dropped.
Changing training programs to include more manual flying won't be enough because pilots spend only a few days a year in training, Voss said. Airlines will have to rethink their operations fundamentally if they're going to give pilots realistic opportunities to keep their flying skills honed, he said.
The International Air Transport Association says the most common type of airline accident is one in which planes stalled or otherwise lost control in flight. It counted 51 such accidents in the past five years
http://www.blogger.com/email-post.g?blogID=2532434990152624136&postID=3111244449762034015
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Boeing realiza testes finais do 787 Dreamliner

O 787 Dreamliner em exposição durante o International Paris Air Show
Foto: Reuters
A Boeing começou no domingo a fazer os testes de função e confiabilidade e as operações estendidas do 787 Dreamliner. Esta é a fase final de testes de vôo antes da certificação do avião. A aeronave, que foi exposta durante International Paris Air Show de 2011, tem capacidade para transportar de 210 a 250 passageiros e percorrer entre 14,2 mil e 15,2 mil km.
O teste de função e confiabildiade consiste em simular diversas operações normais e menos comuns para o avião. Em nota, Scott Fancher, vice-presidente e gerente geral do programa 787 afirmou que "a equipe criou um plano sólido para realizar as horas e os pontos de ensaio necessários para realizar os testes".
Além dos testes para o 787 com motores Rolls-Royce, a Boeing continua testes de certificação em 787s com motores General Electric (GE) e irá realizar um programa de testes separados para essa versão do avião.
Fonte: Terra
Comentário:
Parece que após alguns anos de atraso e muitos contratempos finalmente a Boeing vai conseguir a certificação para a felicidade própria e dos compradores que foram prejudicados nos seus planejamentos.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
domingo, 19 de dezembro de 2010
'Swirl tubes' make quiet, efficient jet planes


Image: United States Patent and Trademark Office)
04:02 10 November 2010
Michael Reilly, technology editor
For anyone with even a hint of trepidation about flying, landing is almost always the worst. The ground, once so far away now looms, scary and real. Then there's the noise of the plane, a racket that sets us all on edge as we dangle in the sky, waiting for touchdown.
It's more than just the roar of the engines - flaps, spoilers, even the undercarriage of the plane itself rip up the air, raising a mighty ruckus. They're necessary because a plane needs lots of drag to be able to slow down enough to land without stalling. Fortunately for our frayed nerves, a group of researchers from the Massachusetts Institute of Technology aim to quiet the din by way of their new invention: "swirl tubes" that could be fitted to wingtips.
According to a recently published patent application, a group of inventors led by Zoltan Spakovsky of MIT have been testing their design in wind tunnels on campus and at NASA. They found that swirl tubes were able to generate large amounts of drag without creating much more noise than is found in the average home.
Each tube contains an array of fixed vanes that could be open to let air pass through during flight, then tilted to swirl it into a vortex during landing. Even better, the vanes could be tilted in a slightly different direction while the plane is cruising to siphon power off of natural vortices corkscrewing off the end of the wings, improving fuel efficiency. Another design calls for vanes to be affixed at the back of each engine to create a vortex in the exhaust (below).
Resumo;( Tubos de turbulência)
Estudos mostram que a colocação de tubos nas pontas das asas conforme desenho é um método eficiente de gerar arrasto nas operações de pouso sem provocar trepidação e ruido na aeronave, nos tubos são colocadas alétas reguláveis em função do arrasto necessário, em vôo podem ser ajustadas para cancelar vórtices que normalmente são gerados pelas pontas das asas reduzindo o consumo de combustível O mesmo estudo afirma que se instaladas nas saídas dos motores podem aumentar a eficiência dos mesmos.
terça-feira, 15 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Tripulação da BA começa 5 dias de greve

Londres, 24 mai 2010 (EFE)
O pessoal de tripulação da British Airways (BA) começou hoje a primeira de três greves de cinco dias de duração cada uma em protesto pelas demissões e a piora de suas condições de salário e de trabalho.
O sindicato Unite, que representa esses trabalhadores, exige também que a empresa suspenda as sanções contra quem participou das anteriores greves de março, aos quais a BA retirou o direito a voos anuais gratuitos e outras vantagens.
A empresa e o sindicato se acusam mutuamente de não querer chegar a um acordo para resolver a disputa.
No domingo à tarde, um dos dois secretários gerais da Unite, Tom Woodley, ofereceu à empresa suspender a greve se aceitasse restituir aos grevistas suas vantagens em matéria de voos.
A empresa, no entanto, publicou um comunicado no qual acusou o sindicato de não ter aceitado o convite do serviço de conciliação para realizar ontem mesmo novas conversas e tentar por outro lado negociar através dos meios de comunicação.
******
Comentário:
As grandes empresas Européias de transporte aéreo, outrora muito poderosas estão enfrentando serias dificuldades, e como sempre a corda arrebenta para o lado dos funcionários, corte de benefícios não passa de um paliativo, pois o esqueleto dos erros do passado ainda estão presentes reduzindo drasticamente a lucratividade.
O setor de transporte aéreo em todo mundo tem enfrentado dificuldades regularmente, portanto esta na hora de uma reengenharia quanto a impostos taxas e normas por parte dos governos. As empresas têm que mudar, porem sem abrir mão de serviços diferenciados como classe executiva e etc.. pois este mercado continua forte, é necessário investir pesado no setor de low fare. Muitas despesas, tais como atendimento de aeroportos, manutenção, serviços auxiliares que entre outros poderiam ser compartilhados por varias empresas, isto deve ser feito com cuidado pois a linha de frente e suas características e filosofia devem ser mantidas por funcionários próprios para garantir a identidade da empresa e qualidade dos serviços. È difícil, obvio que é porem é um caminho que pode dar resultado.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
CLIQUE AQUI PARA VER COMO OS COMPOSITES QUEBRAM
terça-feira, 28 de julho de 2009
COMPOSITES NA AVIAÇÃO
Utilizado com enorme sucesso a mais de cinco décadas na industria naval os materiais chamados de composites são um composto de fibras, fiberglass, fibra de carbono ou kevlar impregnados por resina epóxi ou poliéster que permitem fabricar compostos de extraordinária resistência, baixo peso, e imunes à corrosão.
Na aviação os composites começaram à ser utilizados na década de setenta primeiramente na parte interna das aeronaves tais como forração, divisórias, assentos, e outras partes não criticas.
Gradativamente a utilização dos referidos materiais foi avançando em toda industria, notadamente na AIRBUS. Atualmente é utilizado em elementos estruturais críticos tais como asas, flaps, ailerons, elevators, estabilizador vertical e seu suporte de fixação e etc. .A titulo de informação o AIRBUS A380 é composto vinte cinco por cento de materiais ditos composites.
Estudos recentes tem mostrado que em comparação com o duralumínio e o aço existem algumas problemas importantes que inclusive foram causa de acidentes sérios. Diferentemente dos metais que avisam através dilatação ou deformação quando estão atingindo o ponto de uma possível ruptura os composites rompem-se sem aviso. Vibrações e stress térmico, lembrem que um avião pode esta estacionado num aeroporto a mais de 40ºc e em questão de minutos estar voando a uma temperatura de –(menos)40ºc , estudos revelam isto provoca delaminação microscópica não detectável através dos métodos usuais de inspeção, também a contaminação por fluido hidráulico provoca problemas.
Os materiais composites vieram para ficar, pois se usados corretamente são extremamente vantajosos, porem na aviação, especialmente em elementos estruturais ainda é necessário muita pesquisa para ser aprovado sem restrições, o aço e metais apesar do maior peso ainda são insubstituíveis para muitas aplicações.
Clicando no titulo deste tem um link para um artigo em língua inglesa escrito por William Cox sobre os inúmeros problemas da família de aviões AIRBUS principalmente envolvendo composites, muito bom, vale a pena ser lido na integra.
Na aviação os composites começaram à ser utilizados na década de setenta primeiramente na parte interna das aeronaves tais como forração, divisórias, assentos, e outras partes não criticas.
Gradativamente a utilização dos referidos materiais foi avançando em toda industria, notadamente na AIRBUS. Atualmente é utilizado em elementos estruturais críticos tais como asas, flaps, ailerons, elevators, estabilizador vertical e seu suporte de fixação e etc. .A titulo de informação o AIRBUS A380 é composto vinte cinco por cento de materiais ditos composites.
Estudos recentes tem mostrado que em comparação com o duralumínio e o aço existem algumas problemas importantes que inclusive foram causa de acidentes sérios. Diferentemente dos metais que avisam através dilatação ou deformação quando estão atingindo o ponto de uma possível ruptura os composites rompem-se sem aviso. Vibrações e stress térmico, lembrem que um avião pode esta estacionado num aeroporto a mais de 40ºc e em questão de minutos estar voando a uma temperatura de –(menos)40ºc , estudos revelam isto provoca delaminação microscópica não detectável através dos métodos usuais de inspeção, também a contaminação por fluido hidráulico provoca problemas.
Os materiais composites vieram para ficar, pois se usados corretamente são extremamente vantajosos, porem na aviação, especialmente em elementos estruturais ainda é necessário muita pesquisa para ser aprovado sem restrições, o aço e metais apesar do maior peso ainda são insubstituíveis para muitas aplicações.
Clicando no titulo deste tem um link para um artigo em língua inglesa escrito por William Cox sobre os inúmeros problemas da família de aviões AIRBUS principalmente envolvendo composites, muito bom, vale a pena ser lido na integra.
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