sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Aeronáutica diz que 8 fatores causaram acidente da TAM


O ESTADO DE SÃO PAULO 27/102009

Simulação aponta manetes em posição errada e falhas no sistema de alerta; 199 pessoas morreram.
Bruno Tavares e Fausto Macedo O Estado de S.Paulo

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluiu que oito fatores contribuíram de maneira decisiva para a tragédia com o voo 3054 da TAM, que deixou 199 mortos, em 17 de julho de 2007. O relatório final sobre o maior acidente aéreo do País, a que o Estado teve acesso, diz que os peritos não encontraram evidências de falha nas engrenagens dos manetes (aceleradores). Como o equipamento se encontrava muito destruído pelo fogo e pelo impacto da queda, não foi possível determinar com 100% de certeza em que posição as alavancas de potência estavam no momento em que o Airbus A320 varou a pista do Aeroporto de Congonhas
O relatório ainda não foi oficialmente divulgado. O Setor de Comunicação Social da Aeronáutica informou que o texto está em fase final de elaboração e deve ser concluído este ano. Ocorre hoje, em Brasília, a última reunião da comissão de investigação do acidente, com a participação de peritos americanos e franceses que auxiliaram na apuração.

PRINCIPAL HIPÓTESE

Como o único indicativo de que os pilotos deixaram os manetes fora da posição recomendada - um na posição de aceleração e a outro em frenagem - veio da caixa-preta, o Cenipa resolveu estudar as duas hipóteses mais prováveis: falha no sistema de controle de potência do jato, que teria transmitido ao motor informação diferente da que indicava o manete, ou um erro dos pilotos Kleiber Lima e Henrique Stefanini di Sacco. A segunda hipótese, diz o Cenipa, é a mais provável "uma vez que é elevada a improbabilidade estatística de falha no sistema de acionamento" dos manetes.

Para tentar entender o que se passou nos instantes finais do voo 3054, peritos realizaram em simulador 23 procedimentos de aproximação para pouso em Congonhas. "A repetição das ações dos pilotos, da forma como foram registradas pelo FDR (gravador de dados), levou ao mesmo resultado do acidente, até mesmo quanto às posições e velocidades com as quais a aeronave saiu da pista e colidiu com as edificações", diz a página 48. Os ensaios mostraram ainda que, embora não fosse previstas pelo fabricante do jato, as duas tentativas de arremetida (desistência do pouso) foram bem-sucedidas 15 segundos após o toque dos trens de pouso com o solo.

FALHA EM AVISO SONORO

As simulações revelaram um dado preocupante: nem sempre o aviso sonoro "retard", que tem a função de advertir os pilotos sobre os procedimentos a serem adotados no momento do pouso, operou conforme o previsto. "Ficou constatado que, na aeronave A320, é possível, durante o pouso, posicionar um dos manetes de potência na posição reverso (frenagem) e outro na posição de subida (aceleração), sem que nenhum dispositivo alerte de modo eficiente os pilotos", diz a página 102. "Tal situação pode colocar a aeronave em condição crítica e, dependendo do tempo necessário para que a tripulação identifique essa configuração e dos parâmetros da pista de pouso, uma situação catastrófica poderá ocorrer", avisa o Cenipa.

AEROPORTO IRREGULAR

A investigação da Aeronáutica encontrou diversas irregularidades em Congonhas na época do acidente: 1) O aeroporto não era certificado nos termos do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica 139, que baliza o funcionamento de todos os aeroportos do País. 2) As obras no terminal de passageiros e no pátio de estacionamento, concluídas em 2007, não foram homologadas. 3) Não foi realizada inspeção aeroportuária especial durante nenhuma das obras realizadas em Congonhas e concluídas em 2007. 4) Não foi realizada inspeção aeroportuária especial pós-acidente. 5) Até a data do acidente, o aeroporto não dispunha de aérea de escape.

Ainda no quesito aeroporto, o relatório do Cenipa traz algumas novidades. Diz que, em 2005, o extinto Departamento de Aviação Civil (DAC) realizou inspeção em Congonhas e constatou a inexistência de área de escape, como exigem legislações internacionais. Na ocasião, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) elaborou plano de ações corretivas em que se comprometia a avaliar soluções para o problema. Um ano depois, ao analisar o plano da estatal, o DAC advertiu: "A Infraero será responsabilizada por eventuais danos e/ou prejuízos ocasionados a terceiros, em razão da não correção da referida irregularidade".

O Cenipa salienta que o prazo dado à Infraero para a correção do problema expirou em 30 de agosto de 2006, quando a fiscalização do setor já era de responsabilidade da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

TREINAMENTO FALHO O relatório aponta falhas no treinamento e instrução fornecidos pela TAM. Segundo o Cenipa, a formação teórica dos pilotos usava apenas cursos interativos em computador, "o que permitia a formação massiva, mas não garantia a qualidade da instrução recebida". Além disso, a formação de Stefanini, o copiloto, contemplou apenas um tipo de certificação, o que se mostrou insuficiente para enfrentar aquela situação. Por fim, havia a percepção, entre os tripulantes, de que o treinamento vinha sendo abreviado, por causa da grande demanda advinda do crescimento da empresa.

OS 8 FATORES

Instrução: A formação teórica dos pilotos usava exclusivamente simulações em computador, o que não garantia a boa formação individual de cada um. Além disso, a formação do copiloto, Henrique Stefanini di Sacco, contemplou apenas um determinado tipo de certificação, que se mostrou insuficiente para enfrentar a situação. Havia a percepção entre os tripulantes, aliás, que o treinamento vinha sendo abreviado
Coordenação de cabine: O monitoramento do voo não se mostrou adequado, uma vez que a tripulação não percebia o que acontecia, o que impediu correções.

Pouca experiência do piloto: Apesar de sua larga experiência em grandes jatos comerciais, Di Sacco tinha apenas 200 horas de voo em jatos A320

Supervisão gerencial: A companhia aérea permitiu que a tripulação fosse composta por dois comandantes, mas Di Sacco havia realizado só um treinamento específico. A falta de coordenação entre os setores da empresa - especialmente Operações e Treinamento - levou a falhas na formação dos pilotos

Falta de percepção: A configuração e o funcionamento dos manetes não ajudaram os pilotos na identificação de dificuldades. E essa situação foi agravada pela falta de um alarme para indicar o erro na posição do instrumento

Perda de consciência situacional: Surgiu como consequência da falta de percepção dos pilotos. A automação da aeronave também não ofereceu aos tripulantes sinais de perigo

Regulação: Embora a Anac proibisse a operação com
reverso (freio aerodinâmico) inoperante, a exigência só foi normatizada em 2008. Isso impediria o pouso com pista molhada

Projeto: Ficou constatado que é possível possível pousar com os manetes do A320 em posições distintas, sem que nenhum dispositivo alerte os pilotos

Notas:
1-Grifei os fatores que acredito que foram decisivos.
2-Este foi o quarto acidente evolvendo posição de manetes no A320.
3-Este é o único relatório que tem valor pois foi feito por órgão qualificado tecnicamente e legalmente.

BOEING 727 em operação na AFRICA




Não é a toa que os Americanos chamam o Boeing 727 de Work Horse (cavalo de trabalho). Clique aqui para assistir vídeo de operações de pousos e decolagens em pistas de terra e outras em péssimo estado de conservação, carregando combustível carga e pessoas em condições precárias, na verdade pode se dizer que trata-se de operação de guerra. Com certeza este é o único Jato capaz de operar nestas condições, pois os motores ficam distantes do chão diminuindo a chance de ingestão de terra e objetos estranhos.

Colaborou Ivano Caron

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O último Curtiss C-46 de passageiros do mundo











O Curtiss C-46 Commando serviu com destaque na Segunda Guerra Mundial, especialmente nas linhas de abastecimento da China, voando sobre o Himalaia. Depois da guerra, serviu como aeronave de passageiros e de carga pelo mundo inteiro, e foi operado por várias empresas aéreas brasileiras durante as decadas de 40, 50 e 60, sendo a segunda aeronave comercial a pistão mais usada no Brasil, depois dos Douglas DC-3.
Depois de desativados na maior parte do mundo, vários C-46 permaneceram voando na América Latina, especialmente na Bolívia, onde eram utilizados para transportar carne in natura, das fazendas até La Paz. Os "carniceros" foram objeto de um artigo neste blog há um tempo atrás.

O CP-973, como praticamente todos os C-46 bolivianos, era um "carnicero", e foi operado pelo Frigorifico Santa Rita (foto abaixo), até o final dos anos 90.
O tempo e a conservação precária foram aos poucos confinando os velhos Curtiss ao solo, mas a empresa LAC - Lineas Aereas Canedo resolveu restaurar um C-46 para transportar passageiros a partir de sua base em Cochabamba. Em pouquíssimos lugares do mundo ainda é possível voar em antigas aeronaves comerciais com motores a pistão.
A aeronave em questão é o velho CP-973 do Frigorifico Santa Rita, e trata-se, simplesmente, do último C-46 de passageiros em operação no mundo inteiro. Esse avião, fabricado em 1948, estava parado há oito anos, e em processo de restauração há seis anos.

A LAC instalou um luxuoso interior no velho Curtiss, e o destino da aeronave é transportar passageiros para conhecidos destinos turísticos da Bolívia, como o Salar de Uyuni, o maior lago seco salgado do mundo, a partir de Cochabamba, em voos charters.

Depois de muito tempo no chão, o CP-973 fez seu primeiro voo de prova em 9 de julho de 2009. Depois de outro voo em 16 de julho, a aeronave foi considerada apta para levar passageiros pagantes em 18 de julho.
Naturalmente, a aeronave será operada somente por pilotos muito experientes, como o Comandante Luís Ortiz, e a manutenção também está confiada a mecânicos experientes, como Victor Hugo Galindo, chefe do departamento de manutenção e especialista nesse tipo de avião.

Colaboração Marcel Mendes
texto publicado originalmente no blog Cultura Aeronautica por Jonas Liasch


Este tipo avião juntamente com o DC3 eram a espinha dorsal das rotas da pioneira nos anos 40 e 50.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A escolha dos caças para FAB





A decisão de compra dos aviões de caça para a Força Aérea Brasileira é uma decisão política, porem deveria se pautada por uma profunda analise técnica ancorada em garantias de transferência de tecnologia.
Na hora de fechar o contrato haverá promessa de transferência, porem as condicionantes serão tantas que na pratica o Brasil somente terá acesso a tecnologia vencida, isto é os países fabricantes sempre estarão com versões mais avançadas que os disponibilizados para a FAB.
Isto acontecera independente do modelo escolhido, portanto não adianta pautar a compra neste quesito, e claro que alguma tecnologia será transferida, porem uma parte extremamente importante não esta tendo a devida atenção, trata-se de: manutenção, fornecimento de peças de reposição, atualização periódica de sistemas, e garantias de reparos de defeitos ocultos por pelo menos 15 anos.
A disputa esta basicamente entre o Frances Rafale de custo extremamente alto e garantias de manutenção duvidosas devido a pequena quantidade existente e o F18 Hornet fabricado pela Boeing de produção consolidada, preço inferior e a reconhecida qualidade do fabricante.
A escolha também depende de concessões dos governos dos paises fabricantes envolvidos, colocando tudo na balança, principalmente critérios técnicos esta vai pender para o F18.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Carga Aérea, grande mercado nas asas de empresas amadoras




A criação da VarigLog nos anos noventa foi uma tentativa de profissionalizar um setor que sempre foi considerado de pouca importância pela empresas de aviação, pois somente espaços ociosos nos porões eram liberados para cargas, e os poucos aviões exclusivamente cargueiros eram usados pelo correio e para carga internacional.
Com a internet aumentou muito a procura por este tipo de transporte que permitiu crescimento da VarigLog e o surgimento de varias outras empresas que operavam sem estrutura e com aviões antigos.
Estas empresas operavam com aeronaves em condições precárias, muitas vezes acabavam ficando pelo caminho voavam por alguns anos quando por total falta de estrutura quebravam deixando uma montanha de dividas.
Como conseqüência da quebra da Varig a VariLog passou a enfrentar dificuldades pois participou das tentativas de compor uma solução para evitar a falência da pioneira, com isto acabou sendo vendida por preço vil para um fundo americano, cujo objetivo foi sugar o maximo e cair fora deixando o bomba para os sócios laranjas. Enquanto continua briga na justiça a empresa vai afundando.
Outras empresas de carga, digo, empresas de carreto aéreo estão por ai, pois elas voam apenas quando aparece carga, isto é são incapazes de criar uma malha regular de vôos cargueiros permitindo que as empresas usuárias sejam atendidas regularmente.
Enquanto não aparecer alguém com coragem de investir pesado no setor continuaremos nas mãos destas empresas de visão curta.



segunda-feira, 28 de setembro de 2009

ALFABETO ICAO:



ALFA ficou BRAVO ao saber que CHARLIE, comissário de
bordo da DELTA Airlines, dono de um ECHO
esporte e um FOXTROT, foi de GOLF pro
HOTEL, onde conheceu uma linda INDIA chamada
JULIET. Ela era de LIMA, o largou e casou-se
com MIKE em NOVEMBER. Ganhou o OSCAR e
foi abençoada pelo PAPA em QUEBEC. Outro
azarado foi ROMEU que subiu a SIERRA, dançou
TANGO de UNIFORME com VICTOR depois de
tomar WHISKY, acordando com o X-RAY de um
YANKEE chamado ZULU na mão.


Autoria desconhecida, colaboração FE João Angelo

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nada acontece por acaso

Na aviação o barato acaba saindo caro, a reportagem do Jornal Estadão mostra grande aumento do índice de acidentes aéreos no Brasil, isto deixa algumas questões em aberto:
Porque mesmo com crescimento da frota aérea a maioria dos pilotos com formação na escola Varig, isto é profissionais de larga experiência, preferem trabalhar no exterior que apesar do bom retorno financeiro representa um grande sacrifício no âmbito social e familiar, certamente se nas atuais transportadoras existisse um nível de profissionalismo, respeito a autoridade do comandante e treinamento adequado estes mais de quinhentos profissionais que estão em terras distantes estariam trabalhado aqui, mesmo ganhando menos.
Passagens a preço de banana é ótimo para os usuários, porem será que itens essenciais à segurança de vôo tais como rotinas de manutenção, treinamento, condições de trabalho adequadas com respeito aos limites de jornadas estabelecidos por lei estão sendo respeitados?
O sistema de controle de trafego aéreo ( CINDACTA) quando foi implantado no século passado era moderno e eficiente porem atualmente está obsoleto, necessitando de urgente modernização que está sendo implantada a passos de tartaruga.

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ESTADO DE S.PAULO

Taxa de acidente aéreo fatal no País supera a mundial
Dados constam de relatório que a Anac divulga hoje e levam em conta as duas piores tragédias da aviação brasileira.


Bruno Tavares, O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A taxa de acidentes fatais na aviação regular do Brasil está mais de quatro vezes acima do padrão mundial. A avaliação consta do inédito "Relatório Anual de Segurança Operacional", da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), divulgada nesta quarta-feira, 16, no site da Anac. Enquanto o índice de tragédias na aviação regular do País foi de 1,76 em 2008, a média internacional ficou em 0,4 para cada 1 milhão de voos - à frente apenas dos poucos países do leste europeu não vinculados à Agência Europeia para a Segurança da Aviação (2,56); Ásia central e oeste (2,29) e África (4,96). Apesar de as estatísticas indicarem hoje um cenário desfavorável, dizem os técnicos da agência, a tendência é de melhora nos próximos anos.


Veja também:

Íntegra do relatório da Anac


Como as médias de cada país são calculadas com base nos registros dos últimos cinco anos, só a partir de 2011 é que os dados devem refletir uma melhora significativa, caso não ocorra nenhum acidente de grandes proporções. As quedas do avião da Gol, em 2006, e da TAM, em 2007, foram as responsáveis pela piora do índice nacional. As duas maiores tragédias da aviação civil brasileira tiveram, juntas, 353 vítimas. "Sem essas duas ocorrências, a taxa nacional estaria muito próxima da dos Estados Unidos (0,26, a mais baixa do planeta)", afirma o gerente-geral de Análise e Pesquisa em Segurança Operacional da Anac, Ricardo Senra, responsável pelo estudo de 58 páginas.

A meta da agência é alcançar em 2011 uma taxa próxima de 1 acidente fatal para cada 1 milhão de voos. A Organização de Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês) estabelece como padrão "aceitável" um índice até duas vezes superior à média mundial, hoje em 0,4. "O fato de projetarmos o cumprimento da meta em dois anos não significa que vivemos uma condição insegura", afirma Senra. "A aviação brasileira é segura e nossa ideia é aprimorá-la. Depois de atingirmos essa meta, haverá outras. Buscamos zerar esse número."

O relatório da Anac aborda os dados de acidentes aéreos de maneira distinta do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), braço da Aeronáutica encarregado de coletar e apurar as ocorrências no País.

As estatísticas do órgão militar levam em conta apenas os números absolutos, o que dificulta comparações com o restante do mundo. Depois de conhecer experiências de outros países, a agência resolveu trabalhar com outras variáveis, cotejando os números de acidentes com o consumo de combustíveis de aviação, horas voadas e variação do Produto Interno Bruto (PIB). Por essas análises, se observa uma tendência de manutenção do nível de segurança de voo, apesar do crescimento dos números absolutos registrados pelo Cenipa (de 58, em 2000, para 105, em 2008, aumento de 81%).

Fiscalização


A Anac pretende usar os números do relatório atual e dos próximos não só como indicadores, mas, sobretudo, para direcionar as ações de fiscalização. No início do ano, durante visita técnica de duas semanas, emissários da agência de aviação civil dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) cobraram da Anac a elaboração de um estudo nos moldes do divulgado hoje.

Na ocasião, o Brasil só não foi "advertido" porque havia iniciado o trabalho. "Esse tipo de estatística não só numérica nos ajuda muito a avaliar a exposição do setor ao risco e atende aos anseios da sociedade em relação à transparência", diz Senra. "É com base nesses dados que vamos focar nossos esforços daqui

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Aviões, a evolução


Este vídeo elaborado por Icdluizcarlos mostra a evolução dos aviões a partir dos anos quarenta. Clique aqui para ver.
Colaborou a Prof. Sandra Bose.

Aposentados AERUS em Brasília


Nos primeiros dias de Setembro estiveram na capital federal mais de 150 funcionários aposentados para saber a real situação do acordo em processo de negociação pela AGU, o grupo teve apoio da presidência do senado e vários senadores com destaque para Paulo Paim e Álvaro Dias.
Na reunião realizada com o ministro Toffoli da AGU o pessoal do sindicato representado pela Grazila Baggio e o advogado Castagna Maia com a presença de vários senadores alem da presidência do senado foram informados que o que estaria emperrando o acordo seria que segundo cálculos da união a VARIG teria um credito referente à ação de defasagem tarifaria de 2,7 bilhões, porem a divida para o governo seria de 6,5 bilhões.
Segundo informações extra oficiais o valor da ação de defasagem tarifaria em 1995 seria de 2,2 bilhões, atualizando estes valores pelo IGP-DI teríamos em agosto 8,04 bi. Sem juros e 19,21 bi com juros de meio por cento, no caso da poupança os valores seriam 11,40 e 27,23 bi. Foi usado o programa calculo exato para as atualizações.
Tem ainda a ação civil publica que responsabiliza a união pela negociatas e desmandos, cancelamento dos 3% sobre as passagens, tudo isto com omissão da Secretaria de Previdência Complementar que não fiscalizou e entre outras permitiu 21 renegociações da VARIG com AERUS.
Os 60 dias estimados para o acordo já passaram mais de 150, agora pediram mais quinze dias para formular uma proposta concreta visando tirar da penúria os 18000 dependentes do fundo AERUS.
Independente de números Urge resolver esta pendência, pois estes pioneiros da aviação, a maioria com idade bastante avançada não podem ficar nesta situação por mais tempo.

domingo, 6 de setembro de 2009

LOCKHEED U2



O avião espião da CIA é o único que consegue atingir a fantástica altitude de 85000 pés (27000 m) onde é possível ver perfeitamente a curvatura da terra, clique aqui para ver vídeo de um vôo num modelo de dois lugares, que é usado para treinamento e missões especiais.
Colaboração F.E. Ivano Caron

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Histórias do Electra


O texto abaixo foi retirado da internet.

"A serviço da ONU.
No dia 31 de outubro de 1962 um fato curioso ocorreu com o Electra
PP-VJL, que pernoitava em N.York. Ele foi requisitado pela Organização
das Nações Unidas, para ir buscar em Havana o secretario geral da ONU,
H.Thant, que lá se encontrava negociando a retirada de mísseis
soviéticos instalados em Cuba, que se constituíam em real ameaças aos
Estados Unidos. no celebre episódio que passou à história como a Crise
dos Mísseis. Nessa missão especial o PP-VJL teve como tripulantes os
comandantes Plato e Padovani, o engenheiro Werner e o navegador
Nicásio. Por se tratar de zona de conflito, eles concordaram em
realizar o vôo após receber um rádio da Varig confirmando a
contratação de um seguro especial, tendo como beneficiárias sua
famílias, feito em caráter emergencial no Lloyd’s de Londres. O vôo
N.York/Havana/N.York teve a duração de 9 horas e 42 minutos e, dada a
importância da missão, após a decolagem de Havana, caças americanos
escoltaram o avião brasileiro até Nova York, com espaço aéreo na rota
interditado para qualquer outra aeronave."

João Novello