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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Brazil Leaning Towards F-18 Super Hornet In Aircraft Competition


 
Our BureauViewed: 
Mon, Dec 10, 2012 08:58 CET
 
The Brazilian air force is said to be leaning towards the American F-18 Super Hornet aircraft in the selection of 36 fighter jets, according to media reports.

A weekly magazine, Istoe, has published a document attributing to the commission in charge of analyzing the three aircraft (the Dassault Rafale and the Swedish Gripen), which concludes that the Boeing F-18 is best suited to air force requirements and notes several of its advantages in terms of price and benefits.

The document states that the least costly of the three jets being tendered are the Gripen of the Swedish firm Saab, the entire fleet being offered for $4.3 billion.

The Boeing F-18 jets would cost Brazil about $5.4 billion for 36 aircraft whereas the French Rafale would cost a lot more at $8.2 billion.

According to the published document, Boeing has agreed to the technology transfer required by the Brazilian government to close the deal and has also offered to open a center for high technology in Brazil if it gets the contract.

Meanwhile, due to heavy budget cuts the government has suspended the tender process with defense officials saying that the final decision will be taken early next year. 
 
 Comentário ByAAC
 
Parece que  a vontade dos militares esta sendo respeitada, o avião da Boeing alem de mais barato não tera problemas de peças de reposição pois é uma aeronave consolidada e com tecnologia suficiente para atender as demandas do pais.

Repassado por Ivano caron




quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A NOVELA DOS CAÇAS DA FAB


05/01/2010 - 03h41
FAB prefere caça sueco a francês
da Folha Online
O caça francês Rafale, da empresa Dassault, ficou em terceiro e último lugar no relatório técnico que a Aeronáutica entregou ao ministro Nelson Jobim (Defesa) sobre o projeto de compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira. O Gripen NG, da sueca Saab, foi o mais bem avaliado, e o F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing, ficou em segundo.
A informação exclusiva consta em reportagem da colunista Eliane Cantanhêde, da Folha, cuja íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
O resultado tende a gerar constrangimentos no governo e mais atrasos para a decisão sobre o projeto ao contrapor a avaliação técnica da Aeronáutica à preferência política do presidente Lula e da área diplomática pelos franceses. A decisão pró-Rafale chegou a ser anunciada em nota oficial, em setembro; o governo recuou após repercussão negativa na FAB e entre concorrentes.
O Planalto pode ignorar o relatório e ficar com o Rafale ou desagradar à França e optar pelo Gripen NG. Formalmente, Lula pode escolher qualquer um dos três.
De acordo com a reportagem, o "sumário executivo" do relatório da FAB, com as conclusões finais das mais de 30 mil páginas de dados, apontou o fator financeiro como decisivo para a classificação do caça sueco: o Gripen NG, até por ser monomotor e ainda em fase de projeto (se baseia no Gripen atual, uma versão inferior em performance), é o mais barato dos três concorrentes finais.

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O relatório técnico elaborado por oficiais da FAB com cerca de 30000 paginas mostra que dos três o avião sueco GRIPEN e o mais adequado na relação custo beneficio e tecnologia também fica claro que o Frances RAFALE alem de ser extremamente caro não é adequado e bem visto por quem entende do assunto, certamente os problemas de peças de reposição e manutenção enfrentados pela frota de Mirages pesaram na escolha.
Por outro lado devemos pensar numa frase muito usada pelos americanos “superioridade aérea”, vejamos, o avião Sueco é um monomotor, por este motivo tem alcance limitado e sendo um caça leve não consegue lavar muitos armamentos. O F18 Hornet neste ponto leva uma grande vantagem, pois é bimotor com isto carrega muito mais armamentos e partindo de Brasília pode atingir toda America do Sul com exceção da patagônia. Somos um pais pacifico, entretanto não podemos a ter apenas arma de defesa, necessitamos impor respeito, e isto implica em superioridade aérea, por estes motivos mesmo o “pacote dos Suecos ser mais bem elaborado” devemos avaliar que o avião americano vem de uma família que começou com o F4, tem mostrado ser muito robusto e já esta na terceira geração enquanto o outro esta em fase de testes.
Para problemas de combate de trafico de drogas e contrabando temos o Super Tucano e o AMX que dão conta do recado e são muito econômicos, reservando os supersônicos para problemas mais complexos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A escolha dos caças para FAB





A decisão de compra dos aviões de caça para a Força Aérea Brasileira é uma decisão política, porem deveria se pautada por uma profunda analise técnica ancorada em garantias de transferência de tecnologia.
Na hora de fechar o contrato haverá promessa de transferência, porem as condicionantes serão tantas que na pratica o Brasil somente terá acesso a tecnologia vencida, isto é os países fabricantes sempre estarão com versões mais avançadas que os disponibilizados para a FAB.
Isto acontecera independente do modelo escolhido, portanto não adianta pautar a compra neste quesito, e claro que alguma tecnologia será transferida, porem uma parte extremamente importante não esta tendo a devida atenção, trata-se de: manutenção, fornecimento de peças de reposição, atualização periódica de sistemas, e garantias de reparos de defeitos ocultos por pelo menos 15 anos.
A disputa esta basicamente entre o Frances Rafale de custo extremamente alto e garantias de manutenção duvidosas devido a pequena quantidade existente e o F18 Hornet fabricado pela Boeing de produção consolidada, preço inferior e a reconhecida qualidade do fabricante.
A escolha também depende de concessões dos governos dos paises fabricantes envolvidos, colocando tudo na balança, principalmente critérios técnicos esta vai pender para o F18.