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sábado, 15 de março de 2014

MALASYA AIRLINES MH370, FATOS ESTRANHOS








 Texto da NET  com # de Ivan Figueiredo, porem parece tradução de  original em
Inglês . O fato é que é correto e assustador sobre o que pode ter ocorrido com o vôo

Da Malasya Airlines. 




Existem alguns fatos muito estranhos a respeito do voo MH370 da Malasya Airlines, o avião que simplesmente desapareceu. O mistério do repentino e completo desaparecimento do avião deixou as autoridades de segurança aérea perplexas no mundo todo. De acordo com Paul Hayes, diretor de segurança e seguros da Ascend Worldwide, uma empresa britânica que presta assessoria aérea, "por enquanto, parece simplesmente inexplicável".

E enquanto as autoridades responsáveis permanecem atônitas, a mídia mainstream tampouco fala toda a verdade acerca do episódio. Abaixo apresento alguns fatos, que a mídia tem ocultado, e que tornam o desaparecimento ainda mais sinistro.

1)- Todos os aviões comerciais Boeing 777 são equipados com "caixas-pretas" que são capazes de suportar qualquer explosão a bordo da aeronave. Nem a explosão do avião em si poderia destruir a caixa, que é uma estrutura a prova de bombas, e que grava tudo que ocorre no avião, desde a decolagem até o pouso.

2)- Todas as "caixas-pretas" emitem um sinal localizador durante 30 dias no mínimo, mesmo que caiam no oceano. E mesmo assim, nenhum sinal da "caixa-preta" do voo MH370 foi detectado. E é por isso que os investigadores estão tendo tantos problemas em encontrá-lo. Normalmente, eles apenas precisariam acionar o "home-in" remotamente, para que o sinal fosse detectado. Mas nesse caso, a ausência do sinal do equipamento - um objeto construído para suportar explosões e a enorme pressão das profundezas marinhas - faz pensar que ou simplesmente desapareceu, apresentou algum defeito, ou acabou sendo destruído por alguma força muito maior do que aquelas calculadas pelos projetistas.

3)- Muitas das partes que constituem o avião são flutuantes, e naturalmente subiriam para a superfície. Em casos anteriores de aviões que caíram no oceano, ou que foram destruídos acima dele, destroços sempre foram avistados boiando na água. Inclusive, caso você nunca tenha lido as instruções de voo para os passageiros, os assentos, todos, flutuam. Justamente para se caso houver um acidente com sobreviventes, estes possam boiar enquanto aguardam o resgate. Muitas outras partes não metálicas dos aviões apresentam esta característica. Se o voo MH370 houvesse sido destruído acima do nível da água, ou mesmo que houvesse caído inteiro no mar, haveria grande quantidade de destroços flutuando em uma área muito grande de oceano. O fato de ainda não se ter avistado um único destroço, somente aumenta o mistério, que faz parecer como se o avião simplesmente tivesse sumido da face da Terra.

4)- Se um míssil tivesse atingido o avião, teria deixado um sinal no radar. Uma teoria que anda circulando na net, diz que um míssil derrubou o avião, e que de alguma forma conseguiu explodir o avião e todo o seu conteúdo em "pedacinhos" - o que significa pedaços muito pequenos de matéria e que seriam indetectáveis como detritos. O problema com esta teoria é que não existe um míssil, pelo menos que seja conhecido, terra-ar ou ar-ar com tal capacidade. Todos os mísseis conhecidos geram tremenda quantidade de detritos quando explodem no alvo. Tanto o míssil e os detritos produzem assinaturas muito grandes no radar, que seriam facilmente visíveis, tanto para os navios militares quanto para as autoridades de tráfego aéreo.

5)- O maior encobrimento é aquele que a mídia anda noticiando, que não se sabe a localização exata do avião no momento do seu desaparecimento. A localização do voo MH370 quando desapareceu não é mistério nenhum. Os controladores aéreos têm detalhes completos de exatamente onde a aeronave estava no momento em que desapareceu. Eles sabem a localização, a elevação e a velocidade em que viajava - três partes de informação, que podem facilmente ser usadas para estimar a localização provável dos detritos. Lembre-se: os investigadores de segurança aérea não são pessoas estúpidas. Eles viram explosões em pleno ar antes, e eles sabem como detritos caem. Já existe um conjunto de dados substancial de explosões e acidentes de avião a partir do qual os investigadores podem fazer suposições bem informadas sobre onde os detritos devem ser encontrados. E, no entanto, mesmo armados com toda essa experiência e informação, eles permanecem totalmente confusos sobre o que aconteceu com o voo MH370.

6)- Se o MH370 tivesse sido sequestrado, o sinal do radar não teria simplesmente sumido. O sequestro de um avião não faz com que ele simplesmente desapareça do radar. Mesmo que os transponders estivessem desativados no avião, o radar de solo ainda poderia facilmente rastrear a localização da aeronave usando o chamado radar "passivo" (sistemas de radar clássicos terrestres que emitem um sinal e acompanham a sua reflexão). Assim, a teoria de que o voo foi sequestrado não faz qualquer sentido. Quando os aviões são sequestrados, eles não desaparecem magicamente do radar.

A conclusão inevitável a partir do que sabemos até agora é que o vôo 370 parece ter completamente e inexplicavelmente desaparecido. É evidente que não foi sequestrado (a menos que haja um cover-up em relação aos dados de radar), e podemos ter quase certeza, a cada hora que passa, que não foi uma explosão em pleno voo, a não ser que os destroços surjam repentinamente e tenha-se o entendimento de que de alguma forma perdeu-se a capacidade de localização dos mesmos. 

A conclusão inevitável é que o vôo 370 simplesmente desapareceu de alguma maneira que nós ainda não entendemos. Isto é o que está originando todos os tipos de teorias bizarras que surgem em todo a net, incluindo discussões sobre possíveis testes de armas militares secretas, ondulações no Triângulo do Dragão, como no tecido do espaço-tempo, e até mesmo a conjectura que tecnologia alienígena pode ter teletransportado o avião.

A explicação mais provável até agora é que os detritos simplesmente ainda não foram encontrados porque caíram sobre uma área que é de alguma forma, fora da zona de pesquisa. Mas a cada dia que passa, mesmo essa explicação torna-se cada vez mais difícil de engolir. 

A parte assustadora sobre tudo isto não é se nós vamos encontrar os destroços do voo MH370, mas, sim, se nós não vamos. Se nós nunca encontramos os restos, isso significa que alguma força totalmente desconhecida e poderosa atua em nosso planeta, que pode arrancar os aviões do céu sem deixar sequer um fragmento de evidência. 

Se existe uma arma com tais capacidades, quem a controla já tem a capacidade de dominar todas as nações da Terra com uma arma militar temível e de poder inimaginável. Esse pensamento é muito mais assustador do que a ideia de uma aeronave sofrer uma falha mecânica fatal.



quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Autoridades Chinesas responsabilizam piloto por acidente com Embraer190



EFE - Agência EFE

As autoridades da Administração de Aviação Civil da China (CAAC, sigla em inglês) acusaram o piloto do avião da Embraer que se acidentou no último dia 24 no aeroporto da localidade de Yichun, no nordeste do país, causando 42 mortes, de ser o responsável pelo acidente.
Segundo o site Sohu.com, um dos mais importantes do país asiático, as conclusões oficiais da investigação do acidente ainda não foram publicadas, mas apontam diretamente para erros do capitão do aparelho, Qi Quanjun, que sobreviveu ao acidente.
O diretor de Aviação Civil da China, Li Jiaxiang, afirmou que as análises do cenário do acidente mostraram que o piloto cometeu um erro "muito básico".
"O avião fez ação de aterrissar quando ainda não tinha chegado ao início da pista do aeroporto. Ele não teve um julgamento básico sobre o processo de aterrissagem", segundo Li.
O piloto, de 40 anos, tinha 4.250 horas em voos comerciais, e antes fez parte das forças aéreas do Exército de Libertação Popular (ELP) chinês.
Os relatórios de imprensa assinalaram que Qi Quanjun se retirou do ELP aos 33 anos para passar à aviação civil, onde fez testes para se tornar piloto dos aviões Boeing 737, sem conseguir a qualificação. Em seguida, conseguiu permissão para pilotar os Embraer E-190, de menor envergadura.
Os registros mostram que o piloto começou a capitanear este tipo de aeronaves no dia 7 de abril de 2009. No dia 24 de agosto, um E-190 da companhia chinesa Henan Airlines se acidentou perto da pista de aterrissagem do aeroporto Lindu, na localidade de Yichun, na província de Heilongjiang, e ficou envolvido em chamas com 96 pessoas a bordo, no primeiro grande acidente da aviação chinesa nos últimos seis anos.
O incidente colocou em xeque a qualificação dos pilotos da aviação comercial chinesa, depois que foi provado que cerca de 200 pilotos da Shenzhen Airlines, proprietária da Henan Airlines, mentiram em seus currículos sobre a experiência de voo acumulada.
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Este vídeo mostra outro acidente recente ocorrido com um Boeing da Turkish Airlines, onde fica claro a falha dos pilotos.
Em todo mundo esta havendo escassez de pilotos, parte deste problema começou em meados dos anos noventa quando as empresas decidiram reduzir custos onde o principal alvo foram os tripulantes, os mais antigos e bem renumerados foram aposentados ou demitidos, os planos de carreira foram espremidos a tal ponto que na America um comandante hoje ganha praticamente o mesmo que um copiloto na época referida. Hoje no inicio de carreira nas empresas regionais americanas um piloto ganha pouco mais de 2000 dolares, com isto caiu muito o interesse na carreira, este problema se extende a muitos outros paises.
Com a grande expansão das frotas notadamente na asia e oriente onde existem poucas escolas para formação de pilotos, daí a necessidade de importar tripulantes e reduzirem os pré requisitos de experiência e horas de vôo, com isto apesar do automatismo o risco de acidentes aumenta muito. Estes dois acidentes devem servir de alerta , algumas attitudes precisam ser tomadas.
Clique aqui para o video