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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Rotor traseiro dos Helicópteros, uma fonte de problemas.


Lamentável, mais um acidente com helicóptero por problemas do rotor de cauda. É impressionante a grande quantidade de problemas envolvendo o “ calcanhar de Aquiles” que é o rotor de cauda de praticamente todos tipos de helicóptero, toda vez que estas aeronaves perdem o controle girando significa falha no referido mecanismo.
Estes rotores são acionados pelo motor principal através de um longo eixo com engrenagens mudando o ângulo de giro em noventa graus.
É hora dos fabricantes pensarem num sistema de emergência com a finalidade de manter a rotação do rotor de cauda por dois minutos no caso de falha do sistema mecânico de transmissão.
Este sistema poderia ser elétrico ou movido por ar comprimido acionando uma pequena turbina acoplada diretamente ao eixo do referido rotor, isto daria tempo para os pilotos efetuarem em pouso seguro

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Voo de Helicoptero em 1967 sobre o Rio com Roberto Carlos

O comandante Marcel Mendes descobriu esta preciosidade historica. O texto a seguir de autoria desconhecida explica detalhes desta aventura.
adilar
O helicóptero pertencia à antiga Companhia VOTEC (Vôos Técnicos e Executivos), facilmente identificada pela logo-marca. Foi a primeira empresa contratada para efetuar vôos para as plataformas marítimas da PETROBRAS. Trata-se de um clip gravado durante a produção do filme 'Roberto Carlos em ritmo de aventura', elaborado em plena época da Jovem Guarda. Na travessia do Túnel Novo, o trânsito foi interrompido, é possível ver alguns veículos aguardando o término da ação. Ainda não existiam a Torre do Rio Sul ou o Condomínio Morada do Sol. A Avenida Atlântica possuía, apenas, uma pista de rolamento. Ao passar pela Cinelândia (Avenidas 13 de Maio e Rio Branco) pode ser visto o antigo Senado Federal (conhecido como Palácio Monroe) demolido durante as obras do Metrô Rio (não perguntem por quê). O pouso foi feito no prédio do antigo Banco do Estado da Guanabara, hoje, Banco Itaú S.A., na Avenida Nilo Peçanha, provavelmente, o único heliporto existente, então, no centro da cidade. Naquela época que deixou muitas saudades, o Rio de Janeiro era chamado de Estado da Guanabara. E praticamente sem favelas!!!!! O piloto que realizou este vôo já faleceu e pelas normas atuais de segurança seria impossível realizar um procedimento semelhante. Vejam que o helicóptero não tem portas e o Roberto está sem cinto.. Até hoje se elogia a habilidade do piloto em passar pelo túnel, em uma única passagem, sem um treinamento mais específico.